Susanna Tamaro: La Tigresa y el acróbata

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 14-09-2018

Tags: , , ,

Susanna Tamaro: La Tigresa y el acróbata. Seix Barral. Barcelona (2017). 222 págs. 

O Tigre e o Acrobata. Editorial Presença. Queluz de Baixo. (Portugal) 2017. 144 pgs.

Volta Susanna Tamaro com um livro provocador. Como sempre. Ela diz tratar-se de uma fábula para adultos; aliás, não creio que seja ela porque não costuma categorizar seus livros. Escreve, sem mais, do fundo do coração. Um espasmo afetivo de escritura reflexiva. Imagino que deve ser coisa dos editores, e dos que anotam as orelhas dos livros. Os mesmos que comparam esta nova obra com o Pequeno Príncipe. Leio a versão em espanhol, e vejo que razão não lhes falta. Tem algo da personagem de Saint Exupéry, mas tem muitas coisas mais. Antes de rascunhar estas linhas vejo que o livro já foi traduzido ao português. As minhas anotações, em livre tradução, imagino não fiquem muito distantes do texto. Embora, para já, é bom advertir que o tigre original é uma tigresa, quer dizer, fêmea….Isso, que sempre faz a diferença no mundo dos humanos, tratando-se de animais e de Susanna Tamaro no comando, nos coloca em outros registros. Bem adverte logo de início: “Não fosse pelo homem, o mundo seria perfeito. É no ser humano onde radica a discórdia”. Um chamado com toque feminino.

Do que fala este livro? Ou melhor, o que nos faz pensar quando nos deslizamos -como um felino, suavemente- por suas páginas? As variações e interpretações serão, certamente, muitas; ao gosto – e à sensibilidade- do leitor.  Mas, o fundo é claro: cada um tem de traçar o seu destino. Como dizia Fernando Pessoa: a vida é o que fazemos dela. “O Céu marca o destino para cada um. Um Tigre tem de ser sempre tigre. Não deixes espaço para outras naturezas”. O dilema é quando aceitamos o destino como algo “que vem de fábrica”, abrindo mão da liberdade: que significa abrir mão da criatividade, da originalidade, e também da  e do risco de pensar fora da caixa, como se diz hoje nos ambiente pseudointelectuais. Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 5.0/5 (1 vote cast)

O Rei do Show: Sonhos, boa vontade e compromisso embrulhados em música

Arquivado em (Filmes) por Pablo González Blasco em 01-09-2018

Tags: , , ,

The Greatest Showman. Diretor: Michael Gracey. Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron, Rebecca Ferguson, Zendaya, Paul Sparks, Keala Settle, Sam Humphrey. USA 2017. 105 min.

Sempre gostei de musicais, embora por motivos diferentes, de acordo com as fases da vida que todos atravessamos. Os musicais de minha infância, aqueles que você não escolhia, mas a família te levava assistir para de algum modo imbuir-se do gosto musical doméstico.  A Noviça Rebelde -tradução infeliz de The Sound of Music– onde o verdadeiro protagonista é mesmo a música, as canções, e não a suposta noviça que, por sinal, nem chegou a ser tal. A madre superiora adverte a Maria, que as paredes do convento não são refúgio para os que têm receio de viver no mundo (Climb every mountain, aquela canção impactante). A tradução do título para o espanhol -idioma da minha infância- sem ser exata, era mais feliz do que a noviça: Sonrisas y Lágrimas, chamava-se. Impactou-me, e também marcou tradição na família: lembro de meu pai dizer que quando as crianças ficavam inquietas e chorosas -já os netos, ainda bebés- nada como colocar a trilha sonora do filme para acalmá-los. Sempre funcionou; e ocorreu-me recomendar a experiência vital com os filhos e netos dos amigos, com sucesso repetido.

Depois veio Oliver, a versão musical do conto de Dickens, e as personagens magníficas embrulhadas em canções : desde a voz infantil do protagonista (Who would by me this wonderful morning), até o chefe da gangue de garotos, Fagin, contando o dinheiro enquanto entoa “I’m revising , the situation”.  Inesquecíveis também aqueles filmes que ficavam mais de um ano em cartaz em elegantes cinemas de Madrid: My Fair Lady, West Side Story. Esses, mesmo lançados na minha infância, assisti depois, já adulto, muitas vezes, apreciando a música e a história que era uma simples desculpa para apresentar melodias inesquecíveis.

Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

(Español) María Dueñas: Las Hijas del Capitán. Planeta.Barcelona

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 24-08-2018

Desculpe, este post só está disponível em Espanhol Europeu.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Fabrice Hadjadj: ¿Que es una família?

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 17-08-2018

Tags: , ,

La transcendência em paños menores ( y otras consideraciones ultrasexistas). Nuevo Inicio. Granada. 2015. 210 pgs.

 

Tinha anotada esta referência há algum tempo, e finalmente encontrei o livro numa viagem passando por Espanha. Leio a versão em castelhano, comento-a em português com a quase certeza de que dificilmente será traduzido ao nosso idioma. Não porque careça de interesse, mas porque seria questão de compatibilizar o peculiar estilo do autor, com um público disposto a comprar suas obras. Um equilíbrio nem sempre fácil.  O autor recolhe nesta obra uma série de conferencias proferidas diante de público diverso. Ocorre-me pensar que se a leitura não é fácil, mais complicado será acompanhar seu raciocínio ao vivo. Salvo que seja um comunicador nato, que consegue esclarecer com a linguagem corporal a densidade do seu pensamento. Não porque seja conceitualmente árduo, mas porque é essencialmente chocante e direto. As vezes a clareza pode ser tanta que deslumbre o espectador.

Logo no início já nos adverte que sua obra dista muito do que ele gostaria que fosse. “Me perguntam: como faz você para publicar tantos livros tendo uma família numerosa (6 filhos), casado com uma atriz, Siffreine?. Na verdade não o faço como gostaria, deixo que as crianças invadam meus livros, ao tempo que enquanto escrevo gostaria de estar mais disponível para eles. Mas vai ver que isso é a vida: os livros perdem em perfeição, mas ganham em verdade de vida; verdade manca, mas real”.

Os capítulos do livro são as diversas conferências. Em todos eles, como já advertido, prima a clareza impactante, abordando temas tremendamente atuais, com perspectiva diferente, crua. “O que é uma família? Mesmo com as falácias modernas -afirma- o essencial não se pode descontruir. Embora surgem propostas de famílias que não passam pelo sexo normal, o produto final quer se assemelhar à família que arranca da paixão e da cama do casal. São sempre adultos com crianças (adotadas, fabricadas, importadas). Ninguém propõe família com n adultos, ou acasalamento com outra espécie animal ou vegetal, ou variações curiosas (robô e chimpanzé, top model e planta carnívora)…Mantem uma ordem que imita a natural: sua subversão aparente é submissão, e suas ofensivas são no fundo homenagens inconscientes”. Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

William Saroyan: “Um dia na tarde do mundo”

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 07-08-2018

Tags: , , ,

William Saroyan: “Um dia na tarde do mundo”. Artenova. Rio de Janeiro 1977. 178 pgs.

 O livro entrou na lista da Tertúlia Literária, por conta de uma breve resenha que caiu nas minhas mãos. Vi que estava disponível à distância de um click na internet, adquiri, li e o recomendei à nossa audiência de pensadores. Não vou dizer intelectuais da terceira idade, porque a cultura nada sabe de idades, trabalha com outros parâmetros.

Como sempre que leio um livro, fiz anotações num papel solto -é o que utilizo como marcador, esteticamente criticável, mas de enorme utilidade. Logo de cara assinalei  a abertura do texto: “Um dia no entardecer do mundo, mortal tristeza tomará de assalto o país do seu espírito. Você fugirá, então, sentindo esse toque gelado e a sombra da morte.  Com um pouco de sorte, porém, tal presença apenas irá tornar mais profunda a musicalidade da vida e a inconsútil natureza do amor”. Pensei tratar-se de algum poema, e fui buscar o autor. Não o encontrei; conclui que era do mesmo Saroyan, e entendi que lá estava a modo de overture, um prelúdio do que espera ao leitor.

O protagonista é um imigrante armênio, como o próprio Saroyan. Ou talvez seja ele mesmo, seu alter ego que também escreve; neste caso, roteiros de teatro. O mundo dos imigrantes armênios fez me evocar aquele filme de Elia Kazan, outro armênio americanizado, Terra do Sonho Distante, que tem por título original América, América! Enfim, variações sobre o mesmo tema, e pano de fundo desta obra literária que transcorre com diálogos ágeis, diretos e tocantes, como se nos encontrássemos no teatro. Sem descrições, tudo é revelado através de diálogos em mano a mano dos protagonistas. Porque é o ser humano, em suas variadíssimas versões, o argumento do livro e das peças de teatro que Yeb Muscat, o  protagonista, escreve: “Como você diz que essa peça não tem enredo? Tem enredo, sim; gente. O enredo é sempre gente. Não existe outro tipo de enredo”.

O livro me surpreendeu. Na verdade, não foi o livro -afinal fui eu quem escolheu a pauta- mas sim os comentários, riquíssimos, acontecidos na tertúlia literária. Escutei elogios a esse homem sensível, prático. Firme nas suas convicções. Tem ideias claras, diretas. Não hesita, nem negocia. É pegar o largar. “Discutir o que? Ele não gosta do título, eu gosto. Quero apenas minha peça de volta”.

Demostra um amor peculiar e delicado com a filha, um carinho todo especial (algo que me passou desapercebido, foi um fotograma que apareceu-me através do líquido revelador da plateia feminina na tertúlia).  “Rosey nunca fora fácil -porque era uma dama, uma jovem, uma mulher, a filha de sua mãe, uma outra espécie, pertencente a outra nomenclatura, o membro de uma raça diferente -essa raça adorável, irresistível, inexplicável e complexa”. Amor que se transforma em indulgência com Laura, a mulher, uma eterna adolescente, “pura futilidade, desvairada, sem foco nenhum. ‘Vou colar seu telegrama no espelho do camarim, como fazem as estrelas….Você vai me dar notícias suas sempre-sempre?’ . Laura jamais soubera dizer adeus, não sabia se despedir de pessoa alguma. Ficaria sentada no taxi por toda eternidade protelando a hora de ir-se. Ele fechou a porta do carro, o motorista deu partida. Ela voltou no assento, acenou várias vezes, enviou beijinhos”. Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

12 Heróis: Liderança em versão épica.

Arquivado em (Filmes) por Pablo González Blasco em 31-07-2018

Tags: , , , ,

12 Strong. Diretor: Nicolai Fuglsig. Chris Hemsworth, Navid Negahban, Michael Shannon, Michael Peña. USA 2018. 130 min.

Deve ser uma americanada, do começo ao fim. Isso pensei de bate pronto quando me deparei com o título, e li em diagonal o argumento. Mas tropecei com o nome do Diretor, um Dinamarquês de 46 anos, e a dúvida surgiu. Felizmente. O que terá a contar um escandinavo sobre as revanches do 11 de Setembro? O protagonista -americano, mas com os créditos de Thor, em várias versões- também se encaixava no mundo viking. Mas o Afeganistão, talibãs, Al Qaeda, e toda essa série interminável de variações sobre o mesmo tema que rendem espasmos patrióticos ianques, não pareciam sintonizar com uma história de deuses e homens ao gosto nórdico.

Com estas questões em mente acomodei-me para ver a feitura do diretor viking. As torres gêmeas afundando, o militar que volta às pressas para a base, e o recado dos superiores: agora o comando é nosso, nada de brincadeiras, este inimigo é de caráter nacional, e global. O time do jovem capitão Mitch Nelson lhe é retirado, os homens se revoltam, querem ele. “Mas esse sujeito não tem experiência bélica, é um teórico” -gritam os generais. Os seus replicam: “Ele é nosso líder, o único capaz de comandar esta missão que tem sabor suicida”. Hesitação, o alto comando cede ao pedido dos soldados -dos 11 que integrariam a primeira missão contra os terroristas após o desastre. O capitão é chamado de volta. Detalham o objetivo da patrulha e lhe advertem: “Você sabe que as chances de todos voltarem vivos são….”. Nelson interrompe categórico: “Cem por cento. Todos vamos voltar”. Surpresa do general que sorri perante tamanha arrogância, e do espectador que, agora sim, acomoda-se na poltrona. Isto é diferente. Tem eco de narrativa épica.

Um comando de 12 homens -uma história que aconteceu realmente, mas foi levada na surdina, pelo sigilo que implicava- destinados a destruir os ninhos de terroristas numa cidade do Afeganistão.  Logo após o 11 de Setembro, com o sangue ainda sem coagular. Chegam as primeiras lições: entender a cultura, pisar o território, que é muito mais do que conhecer o mapa, mesmo com recursos de satélites precisos. Nem tudo o que vive e se move em solo afegano é Talibã. Há histórias pregressas, brigas quase seculares de tribos e culturas que agora se encontram juntas lutando contra um inimigo terrível e comum. O que não quer dizer que se entendam entre eles; aliás, carregam mágoas e ódios antigos. E no meio dessa mistura, aquele grupo de americanos comandado por um homem sem experiência de guerra tem de navegar para chegar a bom porto. Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

(Español) Arturo Pérez-Reverte: “Falcó”.

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 25-07-2018

Desculpe, este post só está disponível em Espanhol Europeu.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Jaques Maritain: “Humanismo Integral”

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 14-07-2018

Tags: , , , ,

Jaques Maritain: “Humanismo Integral”. (Español:  Palabra. Madrid. 1999. 371 pgs). (Português: Cultor de Livros. São Paulo. 2018. 310 pgs)

 Leio a versão espanhola desta obra clássica de Maritain. Estava na minha estante há bastante tempo esperando o momento adequado. Pouco depois fico sabendo que acaba de ser publicado recentemente no Brasil: esse é o motivo da dupla referência nos dados do livro anotados acima. Escrevo em português, o que significa tradução livre, com a permissão dos profissionais que devem ter feito uma versão mais adequada da obra do filósofo francês. Mas como se trata de transmitir o recado -o que o livro me ensinou e o que me fez pensar- parece-me que funciona.

Já no prefácio, anota-se uma interessante reflexão de Maritain. “Quem sou eu? Um professor? Penso que não: ensino por necessidade. Um escritor? Talvez. Um filósofo? Isso espero. Mas também sou uma espécie de romântico da justiça que imagina, após cada combate, que ela e a verdade triunfarão entre os homes. E também um zahori (um adivinho, um vedor) com a cabeça grudada na terra para escutar o ruído das fontes ocultas e das germinações invisíveis”. É uma ótima contextualização para as páginas subsequentes, pois é isso que ele se propõe: levantar questões latentes, fazer pensar, empurrar ao compromisso pessoal.

Vale dizer que o livro recolhe seis lições ditadas na Universidade Internacional de verão em Santander, em 1934. Maritain quis construir com esta obra um novo projeto de ação política e social para os cristãos do século XX, que rompesse com o paradigma da Cristandade medieval como modelo, buscando uma união entre cristianismo e sociedade. Na Idade Média a dimensão transcendente era vivida, mas nem sempre de modo consciente ou reflexivo. Um modo ingênuo -talvez no piloto automático- que é preciso atualizar. Quer dizer, o modelo de S. Luis Rei da França, ou mesmo do cristianíssimo imperador da Espanha -Carlos V, Felipe II- não são os adequados para o mundo que o cristão ocupa hoje. É preciso atualizar o modelo, encontrar um Humanismo moderno e integral. Essa é a proposta. Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Alice Munro: “Felicidade Demais”.

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 05-07-2018

Tags: , , ,

Alice Munro: “Felicidade Demais”. Companhia das Letras. São Paulo. 2010. 341 pgs.

Desta vez a partitura da nossa tertúlia literária foi uma coletânea de contos de uma escritora canadense, que ganha o prêmio Nobel (2013) com 82 anos. Esse contexto já nos oferece motivo para reflexão: a data de validade das pessoas não é aquela imposta pelo mundo corporativo, quando descarta pela idade aqueles que não dão esperança de alta produção. Cervantes escreve a primeira parte de D. Quixote com quase 60 anos, Alice Munro leva o Nobel com mais de oitenta. Não há motivos -na nossa plateia seleta, de terceira idade- para aposentar-se na alma, e ficar de pijama fazendo palavras cruzadas. Trata-se, isso sim, de encontrar novas funções adaptadas às limitações que os anos impõem.

Munro fala de mulheres, todos os contos estão embrulhados em perspectiva feminina. Escreve muito bem – a tradução lhe faz justiça-, e descreve ainda melhor, atenta aos detalhes, desenhando as personagens.  Assim, a postura corporal: “Ela é uma mulher seca de olhar ansioso com um cabelo que parece um esfregão cinza-chumbo e uma discreta inclinação que poder ter nascido de tanto abraçar o seu instrumento (violoncelo), ou simplesmente do costume de ser uma ouvinte prestativa e uma interlocutora solícita”. A figura elegante, sem afetação: “Sua imensa e generosa sobriedade impessoal tirava daquelas roupas toda alegria invasiva, toda ofensa”. E o caráter frívolo e iletrado: “O problema é que ela não tinha onde se agarrar. Não sabia o que era vitoriano, ou romântico, ou pré-colombiano. Tinha estado no Japão, Barbados, vários outros países de Europa, mas jamais poderia localizá-los num mapa. Não saberia dizer se a Revolução Francesa veio antes da Primeira Guerra Mundial”.

Descreve com maestria a sintonia entre as mulheres: “Quando se conhecem e simpatizam particularmente uma com a outra sentem necessidade de estabelecer quais são as informações relevantes os grandes acontecimentos públicos ou secretos, e depois vão preenchendo as lacunas entre eles. Quando sentem esse calor e essa avidez é totalmente impossível ficam entediadas uma da outra. Darão risada de qualquer detalhe ou bobagem que estão contando, ou com a revelação de um egoísmo assombroso, uma frustração, crueldades, puras maldades”. De fato, um panorama pictórico da alma feminina. Leia o restante deste artigo »

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

(Español) José Luis Olaizola: “A la conquista de los apaches”

Arquivado em (Livros) por Pablo González Blasco em 28-06-2018

Tags: , , , , ,

Desculpe, este post só está disponível em Espanhol Europeu.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 5.0/5 (1 vote cast)