(Português) Gustave Flaubert: “Madame Bovary”

Filed Under (Livros) by admin in 17-10-2019

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Bento XVI “O Último Testamento. Uma conversa com Peter Seewald”.

Filed Under (Sem categoria) by Karoline Barbosa in 25-09-2019

Bento XVI “O Último Testamento. Uma conversa com Peter Seewald”. Planeta. São Paulo, 2017. 287 pgs.

Eis um belo livro, escrito em formato jornalístico de entrevista, que nos adentra no pensamento do Professor Ratzinger, hoje o Papa Emérito Bento XVI. Perguntas do jornalista alemão que é já um interlocutor consagrado do Papa por obras anteriores, e respostas de Bento XVI. As perguntas são acertadíssimas, o que me faz desconfiar que o papel do Papa Bento nesta obra vai além das respostas, tornando-se presente na mesma densidade das questões colocadas.

Peter Seewald centra o tema na Introdução. O Cardeal Ratzinger protegeu, como verdadeiro muro de contenção, a João Paulo II durante um quarto de século e por isso aguenta muitas pancadas. Sente como sua missão a tarefa de defender o cristianismo contra a reavaliação de valores também no âmbito argumentativo. Tudo isso foi definitivo para o seu pensamento, para toda sua obra. Por isso, já como  Bento XVI afirma com serenidade: “Quando um Papa recebe apenas aplausos o tempo todo, precisa se perguntar se fez algo de errado. Neste mundo a mensagem de Cristo é um escândalo.  O Papa sempre será sinal de contradição”.

Teólogo e professor, Ratzinger afirma que a Teologia é a reflexão sobre o que nos foi previamente dito, previamente pensado por Deus. E nesse esforço reflexivo é normal apalpar as próprias limitações: “Quando não compreendo algo, não é porque seja errado, mas porque sou pequeno demais para compreender”. Um estudioso, escritor prolífico, também no âmbito epistolar: conservam-se 30 mil cartas dele antes da sua nomeação como Bispo. Lembrei do Cardeal Newman -de quem também se guardam outras 30 mil cartas (fazia cópia da maioria delas, antes de enviá-las)- personagem que intuo é santo de especial devoção do Professor Ratzinger. Não à toa, Bento XVI deslocou-se até a Inglaterra para conduzir a beatificação de Newman pessoalmente.

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What the best college teachers do?

Filed Under (Livros) by Pablo González Blasco in 16-09-2019

Ken Bain: “What the best college teachers do”.

Havard University Press. Cambridge. Massachusetts. 2004. 207 pgs.

Eis um livro que marcou presença na minha formação como professor. Li muitos anos atrás, tive de voltar sobre ele recentemente, e reparei que deveria publicar -quer dizer, tornar públicas, que isso significa publicar- minhas reflexões para que, sendo o caso, outros possam aproveitar.

O livro recolhe as conclusões de vários estudos sobre professores considerados de excelência. Esse é o título e o propósito da obra. E atenta para as características comuns entre eles, que fazem com que assim sejam considerados. Quais são estas características?

Evidentemente esses professores têm conhecimento sobre o tema que ensinam, mas demonstram compromisso e provocam no aluno um desejo continuado de aprendizado. Quer dizer, são a largada do conhecimento -provocadores de um processo- e não apenas passam conteúdo. O ensino deve promover uma influência permanente e substancial no modo do aluno pensar, agir e sentir. Isto é muito mais do que aprender a matéria ou tirar boas notas.

Ao longo do livro existe uma ideia permanente: o professor está em função do aluno. O aluno é o motivo real da sua profissão. Por isso, mesmo que o professor não possua um curriculum extenso,  estuda e está informado sobre o que ocorre no meio cientifico de sua área. Mas vão por diante, são um exemplo permanente, diapasão de tonalidade no aprendizado: fazem intelectualmente, fisicamente e emocionalmente o que esperam de seus alunos. Os professores usam seu conhecimento para facilitar o aprendizado de outros, facilitam o acesso à informação e provocam os estudantes a pensar no assunto em questão.

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Mark Twain: “Joana D’ Arc”.

Filed Under (Livros) by Pablo González Blasco in 28-08-2019

Mark Twain: “Joana D’ Arc”. Record. Rio de Janeiro. 2001. 472 pgs

A tertúlia literária deste mês, leva-nos até Joana D’Arc, no magnífico retrato que dela faz Mark Twain.  O autor americano chegou a afirmar que este livro, o último que escreveu, era a sua melhor produção, mesmo não tendo agradado a todos. Talvez porque Twain, após profunda pesquisa, afeiçoou-se da personagem, até o ponto que o escritor incarna Louis de Conte, o escudeiro de Joana d’Arc, que foi companheiro na infância, e de sangue nobre. O resultado é agradável, encantador, transpira ingenuidade e clareza. Não é apenas um relato histórico frio, mas permita ao leitor envolver-se afetivamente,  a semelhança do próprio autor, que culmina num canto à heroína francesa.

O envolvimento afetivo, porém, não tira seriedade à investigação histórica, e Mark Twain faz questão de explicitá-lo: “Considero pouco razoável formar uma opinião quando não há suficientes provas para fundamentá-la. Criar uma pessoa desprovida de ossos poderia resultar de aspectos agradável, mas seria frágil, não se sustentaria em pé. A evidência é como o osso, o esqueleto, de uma opinião”.

O cenário situa-se no epílogo da Guerra dos Cem anos. Iniciada em 1337, prolongou-se ano após ano, até a Inglaterra submeter a França em Crécy.  Recuperou-se a França até a nova derrota em Poitiers. E finalmente, após nova recuperação, foi humilhada no desastre de Azincourt. Joana surge em 1429 com a missão clara de liberar Orleans do poderio inglês e conduzir o herdeiro da coroa francesa -o Delfim- para ser coroado em Reims.

As lembranças de Louis de Conte iniciam-se na infância, quando Joana, ainda criança, olvidava-se de si mesma e do perigo que corria, sempre em favor dos demais. “Nós o considerávamos normal nela, ninguém reparava nessa generosidade natural que aquela menina demostrava. Mas era indicação de um caráter definido e maduro que nós aceitávamos como algo já sabido”.

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(Português) La casa de Papel: a surpreendente imprevisibilidade do fator humano.

Filed Under (Serie) by Pablo González Blasco in 20-08-2019

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Leo Pessini: A bioethics of friendship!

Filed Under (Sem categoria) by Pablo González Blasco in 05-08-2019

On July 24, the Order of the Ministers of the Sick, the Camillians,  lost their Superior General in office. Bioethics lost one of the leading figures of recent years. I lost a great friend. A friendship of almost 40 years, which began in the early 80s, when Father Leo Pessini began his ministry as chaplain of the Hospital of the Clinics of the University of São Paulo Medical School.  His was a newly ordained priest, and I was a young doctor just graduated.

We met frequently in the corridors of the Hospital, in the Chapel – decorated with the paintings of Fulvio Pennacchi, a famous painter who later became my patient and who I had the privilege of taking care of him  until the last moments of his life. And, of course, we agreed next to the bed of the sick. The classmates remember how we asked for their support to bring the Anointing of the sick, to which he always attended solicitously. It was a special “request for consultation” that became frequent and set in unforgettable stories. The patient who improved greatly after the anointing and one of the most positivist doctors  asked if he could not be administered daily ….. Or the other who at night asked the nurse to call the chaplain, and the good lady answered: “But if you say you are not a believer, how do you ask me this?” And the doctor: “That I am an atheist has nothing to do with the sick; please call the chaplain. ”

A few years later, Father Leo projected himself as a figure known throughout Brazil. In 1985, Tancredo Neves, president of the newly elected Republic, was transferred from Brasilia to the Hospital of  Clínicas in São Paulo, where he would die weeks later. The newscasts accompanied the outcome daily, the doctors’ statements, the exams that were getting worse, and the figure of that young chaplain who attended to the president and his family. Years later, I think It was  during a meal, Leo told me: “I was little more than 30 years old, and that situation surprised me without experience. I went to snack several times at the house of the Cardinal Archbishop of São Paulo, who was the one who ordered me to be a priest, to get some advice. He told me: ‘Leo, limit yourself to spiritual assistance; don’t get into political  issues. It helped me a lot, because there was even a corresponding foreigner who came to offer me money to take pictures. ‘Hey, I’m the chaplain, not the photographer. And I keep silent ex officio’. It seems to me that it was at that time, during the long agony of Tancredo, and in the ethical challenges, where the seed of the taste for Bioethics took root in Leo’s heart. Leia o restante deste artigo »

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(Português) Leo Pessini: a Bioética da Amizade

Filed Under (Sem categoria) by Pablo González Blasco in 05-08-2019

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(Español) Vocación y profesionalismo: reflexiones de los estudiantes catalizadas por el cine de Spielberg

Filed Under (Medicina) by Pablo González Blasco in 01-08-2019

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(Español) Cine y profesionalismo médico: una reflexión ilustrada con cuatro películas de Steven Spielberg

Filed Under (Medicina) by Pablo González Blasco in 01-08-2019

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(Español) José Jiménez Lozano: Los cuadernos de Rembrandt

Filed Under (Livros) by Pablo González Blasco in 21-07-2019

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