(Português) Alberto Manguel: “Una Historia de la Lectura”.

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 20-06-2018

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Alfonso López Quintás: “La palabra manipulada”

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 04-06-2018

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Alfonso López Quintás: “La palabra manipulada”. Rialp. 2015. 117 pgs.

 Impossível fazer um resumo deste pequeno livro -pouco mais de 100 páginas- devido à sua densidade conceitual. Leio o original em espanhol e, embora faça estes comentários em português, não me consta que tenha sido traduzido.

O livro funciona quase como um índice das inúmeras obras publicadas do autor, que abordam o sugestivo tema da manipulação. E como tal, são citadas a modo de referência, para os que queiram se aprofundar nos diversos aspectos.  Pode-se, sim, anotar alguns dos pensamentos a modo de trailer que convide a ler, ou melhor, a meditar o livro: porque não é um livro para ser lido descontraidamente. Cada parágrafo, denso em ideias, exige uma reflexão digestiva dos conceitos.

Logo de cara, o autor adverte que o domínio e controle sobre os seres pessoais leva-se a cabo, com astúcia, mediante as técnicas de manipulação. E manipular é tratar uma pessoa ou grupo de pessoas como se fossem objetos, de modo a conseguir um domínio fácil sobre elas. Reduzir pessoas a coisas é a essência do sadismo que, contra o que habitualmente se pensa, não é apenas ser cruel, mas rebaixar a condição e dignidade da pessoa. Despojar a pessoa da sua dignidade é também atingível através do que López Quintás denomina a ternura erótica: se reduz o relacionamento a simples atração sexual, eliminando-se a dimensão de amizade, a projeção comunitária do amor, a fecundidade amorosa.

Quem manipula? Eis a pergunta obrigatória. E a resposta simples e direta: manipula aquele que quer vencer sem nos convencer para que aceitemos o que nos oferece sem expor nenhuma razão da sua proposta. O manipulador exerce uma influência “obliqua”, manhosa. Diz o autor: “Não te enganaram; te manipularam, que é uma forma subtil de enganar”. Leia o restante deste artigo »

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CASABLANCA

Archivado en (Filmes) por Pablo González Blasco en 28-05-2018

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(Casablanca). Diretor: Michael Curtiz. Humphrey Bogart, Ingrid Bergman, Paul Henreid, Claude Reins.USA. l943. l02 min.

A sessão mensal do Cinema para Todos pedia um clássico. E um clássico é muitas vezes aquele filme do qual todos falam, muitos citam diálogos e até alguma cena consagrada…..mas nunca viram o filme inteiro. Era preciso preencher essa lacuna cultural. Colocamos Casablanca na tela, a pipoca por perto, e deixamos rodar.

Quem não conhece Casablanca? Em conversas de cinema, mesmo entre os pouco versados, é passagem obrigatória. E os afiados na arte fílmica citam de cor os diálogos, e até colocam na boca de Bogart palavras que nunca chegou a pronunciar. Os clássicos têm isso; manipulação indiscriminada, direitos autorais vencidos. São como patrimônio da humanidade. “As times goes by” -o tema musical que ninguém toca como Sam- envolve em papel de presente o celuloide, tornando-o apetitoso. A voz arranhada de Sam golpeia as lembranças de Bogart que tem cheiro de Paris; os dedos arrancam das notas a melodia, e dos espectadores todo um universo de saudades na tentativa de congelar momentos passados de tempos melhores. Os tempos de cada um, as recordações boas que todos guardamos no coração.

Por isso, falar de Casablanca é sentir-se à vontade em tema que todos conhecem. Não há o perigo de “contar o filme” quando passeamos pelas cenas, recreando-nos mais uma vez, em tudo o que nos é grato. Quando se assiste a primeira vez, presta-se atenção no argumento. Na segunda, são os diálogos -riquíssimos, deliciosamente sutis- os que chamam a atenção. Na primeira passada fugiram à nossa observação, pois a agilidade das cenas é grande, e o conteúdo denso. Mas é depois, nas sucessivas apreciações, quando reparamos que cada cena, cada quadro, é simplesmente redondo, acabado. Passamos a ver o filme como um conjunto de miniaturas preciosas, onde vamos nos detendo, ganhando intimidade com ele, como um álbum de família. É o momento da sintonia, de entrar em ressonância com o filme, vivê-lo junto com as personagens numa aventura que é desabrochar de emoções ocultas.

Todos conhecem Casablanca, mas poucos sabem explicar o magnetismo que encerra. Lembro de um fato esclarecedor. Foi no início da década dos 80, quando o Vídeo Cassete aparecia no mercado brasileiro, e os cinéfilos corriam à procura dos clássicos, daqueles que não passavam na TV, ou pelo menos em horário compatível com o dos cidadãos comuns, que acordam cedo e trabalham ganhando o leite das crianças. Naquela época a pirataria de fitas de vídeo era a praxe, sem selos de qualidade e toda essa regulamentação que vivemos hoje.

Vamos ao fato. O local: um vídeo clube nos Jardins. Os protagonistas: um rapaz jovem, novo cliente, fascinado pelas descobertas dos clássicos da sétima arte e leigo no assunto; uma moça, gerente do clube; um outro cliente que, passivo, observa o diálogo entre os dois primeiros. “Formidável este Casablanca que você me recomendou” – diz o rapaz, enquanto devolve a fita. “Naturalmente -exclama a moça- trata-se de um clássico. Pena que tenha esse final. Deveriam ter dado um jeitinho…”. “É mesmo: se não fosse esse final…” – acrescenta o jovem. O terceiro personagem entra em cena: “Minha filha, não seja superficial. O filme é famoso pelo final que tem. Você não repara que um final diferente lhe tiraria toda a força? Murcharia tudo, querida!” Perplexidade. O que murchou foi a conversa, que se encerrou ali mesmo. Leia o restante deste artigo »

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Gabriela Mistral. “Pasión por enseñar”

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 21-05-2018

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Gabriela Mistral. “Pasión por enseñar” (Pensamiento Pedagógico). Editorial Universidad de Valparaíso. 2017. 330 pgs.

 

   Una invitación para unas jornadas de medicina humanística en la Universidad de Valparaíso fue el camino que me hizo tropezar con este libro de Gabriela Mistral. Al cariño y la magnífica hospitalidad, los amigos chilenos añadieron este libro. Mis recuerdos de Gabriela Mistral se remontan a la infancia; no porque yo haya sido un lector precoz de poesía, sino porque en los años 60, el diario ABC de Madrid que se recibía en mi casa, traía en la última página un bosquejo del rostro y una poesía, de poetas variados. Recuerdo, por ejemplo, el Marqués de Santillana, Ramón de Campoamor, Rubén Dario, Vicente Aleixandre, y muchos otros. Y también Gabriela Mistral cuyo esbozo me recordaba a una simpática abuelita. Me enteré después que había sido premio nobel, pero desconocía su vertiente pedagógica, algo que aprendí en este viaje a Viña del Mar.

Al entregarme el libro me explicaron que había sido era una enorme educadora, que viajo por el mundo, y colaboró con la reforma educativa de México a finales de los años 20. Después me enteré que también había formado parte del cuerpo diplomático chileno en Brasil, y que vivía en Petrópolis cuando le anunciaron que había ganado el premio nobel en 1945. Después recordé la película de Stefan Zweig  y de cómo al final, cuando encuentran el cuerpo del escritor muerto (se suicida con barbitúricos) aparece una señora muy digna en el fondo, la señora consulesa, que era Gabriela Mistral.

Leo este compendio con rapidez, pues se incluyen aquí no sólo escritos, sino discursos realizados por ocasiones específicas, de las que no consigo captar el contexto. Leo en diagonal, y voy extrayendo los recados de su pensamiento pedagógico, de la pasión de enseñar.

Y entiendo que Gabriela Mistral -seudónimo de Lucila Godoy Alcayaga- asocia la función educadora (la vertiente que yo no conocía) al arte y a la poesía, la dimensión por la que la recordábamos en nuestra infancia. En uno de los capítulos -o apartados, porque más que un libro es una recopilación de textos- se lee el título: poética de la educación. “Toda lección es susceptible de belleza”, afirma. “Enseñar es contar, saber contar con arte y belleza. El conocimiento necesita la estética para entrar”. Y después, con lirismo que emociona, aparece la oración de la maestra: “Señor, hazme perdurable el fervor y pasajero el desencanto. Arranca de mi este impuro deseo de justicia hacia la faena que hago, que aún me turba, la mezquina insinuación de protesta, que todavía sube de mí, cuando me hieren. Que no me duela la incomprensión ni me entristezca el olvido de las que enseñé. Dame el ser más madre que las madres, para poder amar y defender como ellas lo que no es carne de mis carnes”. Leia o restante deste artigo »

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(Português) José Ortega y Gasset: “Meditaciones del Quijote”.

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 14-05-2018

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(Português) Thornton Wilder: “A Ponte de S. Luís Rei”

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 04-05-2018

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(Português) 15h17: Trem para Paris: Heroísmo embrulhado na normalidade, realismo além dos protocolos.

Archivado en (Filmes) por Pablo González Blasco en 16-04-2018

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(Português) Hannah Arendt: “A Condição Humana”.

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 09-04-2018

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(Português) Alphonse Daudet: “Tartarín de Tarascon”

Archivado en (Livros) por Pablo González Blasco en 02-04-2018

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(Português) Um Homem entre gigantes: Lições de Profissionalismo.

Archivado en (Filmes) por Pablo González Blasco en 13-03-2018

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