A Arte Médica (I): a formação e as virtudes do médico

Arquivado em (Medicina) por Pablo González Blasco em 28-09-2013

A medicina é ciência e arte em harmonia proporcional. Ser médico é, antes de tudo, equilíbrio dessas componentes que são a razão da existência da medicina. Este equilíbrio não se dá espontaneamente, mas requer uma reflexão que é o objeto do presente artigo. O autor aborda a importância da formação científica e da competência técnica, especialmente relevante no período de graduação dos futuros médicos que deverão ser “bons médicos células-tronco”. A formação humanística e antropológica deve ser também incorporada o que implica dedicar tempo e reflexão nesse processo para adquirir uma visão personalizada da enfermidade, uma abordagem médica centrada no paciente. Uma ampla exposição sobre as virtudes requeridas no bom médico passa por aspectos como a cultura, a prudência e bom senso, a solidariedade, a dedicação e trabalho esforçado, um espírito aberto, saber hierarquizar e ter modéstia e humildade para combater a vaidade que sempre está à espreita. Algumas considerações éticas – na cobrança de honorários e no relacionamento com os colegas- encerram estas reflexões que convergem no desejo sincero de servir, característica primordial da missão do médico.

Leia o artigo completo

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)